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SINTRAS-TO reagiu e PGE reconhece ilegal a suspensão do pagamento da insalubridade aos servidores da saúde

26/08/2020 26/08/2020 09:03 161 visualizações

Após persistentes cobranças do SINTRAS-TO, o Governo do Estado resolveu voltar a pagar insalubridade aos servidores afastados do trabalho para tratamento da covid-19. Inclusive fazer a devolução aos profissionais que tiveram o valor da insalubridade descontado no salário.

Conforme a entidade foi ilegal a suspensão do pagamento do direito, pois o mesmo é garantido na Lei nº 2.670, de 19 de dezembro de 2012, que trata sobre o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR da Saúde).

A mesma lei garante que quando o servidor for afastado para tratamento da própria saúde não poderá ser penalizado com a suspensão do direito.

Segundo o presidente do sindicato, o governo suspendeu o pagamento da insalubridade sem procurar orientação jurídica. E só após a apreciação da lei específica que a Procuradoria Geral do Estado reconheceu que a suspensão é indevida diante dos fatos.

A direção do sindicato informa ainda que desde as primeiras reclamações dos servidores reagiu contra a gestão estadual encaminhando expediente  ao secretário estadual de saúde, Luís Edgar Leão Toline, cobrando o retorno do devido pagamento.

“Não ficamos parado, estávamos continuamente cobrando do estado o retorno da insalubridade e a devolução do valor descontado nos salários dos servidores. É um direito adquirido afirma o sindicato que foi o mentor pela efetivação da lei 2.670, após grandes discussões e negociação com o Governo do Estado em 2012, no intuito de garantir legalmente os direitos dos profissionais da saúde do Tocantins como a insalubridade”, frisa Manoel Pereira de Miranda.

Ele ressalta ainda que enquanto o sindicato tem cobrado diariamente do Estado equipamentos de proteção assegurando aos profissionais proteção no combate ao coronavirus o governo tenta tirar seus direitos injustamente. Isso implica numa maior preocupação da entidade quanto a proteção dos servidores durante o exercício da função, principalmente após a morte de profissionais acometidos pela covid-19.

Mas Miranda informa que irá acompanhar a implementação dos valores aos profissionais para que nenhum servidor seja prejudicado.

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